
Entre ruas desertas,lugares errantes
Passos incertos ecoam na escuridão
Correndo,e já sabendo de antemão
Que o destino está muito distante
Eternamente fugindo
De seu incansável perseguidor
A sua entrega é dor
Que jamais terá findo
No fim do túnel não há luz
Apenas a continuação
Dessa jornada que conduz
Ao limite da razão
Carregando sua cruz
De sofrimento e solidão.
Jorge Santos

Nenhum comentário:
Postar um comentário